Menos de 40% das escolas tem acesso a rede de esgoto

Dezembro 4, 2009 por tratabrasil

Enquanto o número de domicílios atendidos pela rede de esgoto ultrapassa um pouco mais da metade dos lares brasileiros, apenas 39,58% das escolas do País têm acesso ao serviço de coleta de esgoto. O resultado faz parte da pesquisa A Falta que o Saneamento Faz do Instituto Trata Brasil, encomendada a Fundação Getúlio Vargas (FGV), com análise dos micro dados do Censo Escolar 2008, e divulgada no último dia 24, em São Paulo. A série completa de pesquisas Trata Brasil/FGV está disponível no site www.tratabrasil.org.br 

Para o presidente do Instituto Trata Brasil, Raul Pinho, o quadro é muito preocupante. “Crianças que vivem ou estudam em áreas sem acesso aos serviços de saneamento básico tem redução de 18% no aproveitamento escolar quando comparadas com crianças que têm acesso aos serviços”, alerta. Segundo ele, do mesmo modo que existem programas de alimentação com merenda escolar, é preciso que  as políticas públicas levem os serviços de saneamento para as escolas. 

A falta de saneamento coloca em risco à saúde especialmente das crianças, que estão entre as principais vítimas na faixa etária entre 1 e 6 anos com probabilidade 32% maior de morrerem por doenças relacionadas a falta de acesso a esgoto coletado e tratado de forma adequada.  Outra vítima potencial da falta de rede coletora de esgoto é a grávida, aumentando em 30% as chances de ter filho nascido morto. De acordo com a pesquisa Trata Brasil Saneamento e Saúde, divulgada em 2008, cerca de 200 crianças nessa faixa etária morrem por mês, no Brasil, em decorrência de doenças ligadas à falta de saneamento. 

O ranking de instituições de ensino com acesso ao serviço de coleta é liderado por Belo Horizonte (MG), onde quase todas as escolas (99,6%) estão ligadas à rede de esgoto. Em seguida aparece Vitória (ES), com alcance de 97,7%; e Rio de Janeiro (RJ), com 97%. Com 93,7% das escolas conectadas à rede, São Paulo aparece em sexto lugar. Nas últimas posições, estão Boa Vista (RR), Macapá (AP) e Porto Velho (RO), onde o porcentual de instituições de ensino com acesso à coleta é de 31,4%, 14,9% e 9,3%, respectivamente.

Audiência pública no Senado Federal

Novembro 30, 2009 por tratabrasil

30 de novembro_O Instituto Trata Brasil irá propor soluções para a problemática da falta de saneamento básico no País e apresentará os impactos sociais da falta de serviços de coleta e de tratamento de esgoto, hoje (30/11), em audiência pública, organizada pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), às 18 horas, no Senado Federal. A apresentação será conduzida pelo presidente do Instituto, Raul Pinho.

A audiência integra o terceiro painel do ciclo de debates Agenda 2009-2015, Desafios Estratégicos Setoriais, que terá como tema “Saneamento básico – Situação do país e propostas de soluções”. A Agenda 2009-2015 foi proposta pelo presidente da CI, senador Fernando Collor (PTB-AL), e elaborada pelo grupo de trabalho composto pelos senadores Delcídio Amaral (PT-MS), Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Gim Argello (PTB-DF).

Diminui o déficit do País de acesso à coleta de esgoto

Novembro 25, 2009 por tratabrasil

Nos anos de 2007 e 2008, o Brasil registrou uma forte aceleração na queda do déficit de acesso a rede de esgoto, da ordem de 4,18% ao ano. Para alcançar a meta do milênio do acesso a saneamento, o Brasil precisaria ter  expandido a rede em 2,77% ao ano no período 1990-2015. Se os investimentos no setor forem mantidos, o Instituto Trata Brasil acredita que será possível reduzir o deficit à metade em 16 anos ou seja a meta definida pela ONU para 2015 será alcançada com dez anos de atraso. É o que conclui a pesquisa Trata Brasil, coordenada pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas: A Falta que o Saneamento Faz, disponível no site www.tratabrasil.org.br

De acordo com a pesquisa, 49,1% da população brasileira ainda não dispõem de acesso a rede de esgoto. Entre as capitais brasileiras, Belo Horizonte lidera o ranking do acesso a rede de esgoto com 97,4% da população atendida. Na segunda posição, está Salvador com 92,5% da população com acesso a rede de esgoto.

São Paulo, que ocupava a vice-liderança em 2006, caiu para a terceira posição com 10% da população sem acesso a rede. Em seguida vem Curitiba, Rio de Janeiro e Brasília, com 12,83%, 14,18% e 16,06%, respectivamente, da população sem rede de esgoto. Todas cidades-sede da Copa de 2014. Na rabeira do ranking estão Porto Alegre 67%, e Natal 74,7%. Nas últimas posições do ranking geral das capitais estão, Porto Velho com 94,01% e Macapá com 96,7% da população sem acesso a rede de esgoto.

Trata Brasil e FGV convidam para o anúncio da Pesquisa: A Falta que o Saneamento Faz para o Brasil

Novembro 23, 2009 por tratabrasil

A Falta que o Saneamento Faz para o Brasil

O Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (CPS/IBRE/FGV) em parceria com o Instituto Trata Brasil, divulgam na terça-feira, 24/11/2009, às 10:30h, na sede da FGV de São Paulo, Avenida Paulista, 548 – 6º andar, a pesquisa “A Falta que o Saneamento Faz: Impactos Sociais”, incluindo novos dados sobre a cobertura de esgoto nas residências e nas escolas e seus efeitos sobre saúde da população dos maiores municípios do País, das periferias metropolitanas e das capitais dos 27 Estados, com destaque ao Rio Olímpico e cidades sede dos jogos da Copa de 2014.

Nesta quinta etapa da pesquisa contratada pelo Instituto Trata Brasil, o Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas estende e consolida dados e análises gerados durante as quatro fases dos estudos anteriores, com “zoom” nas capitais e nas regiões metropolitanas. Esta abertura local de informações atuais permitirá observação das causas e conseqüências da falta de saneamento em nível mais próximo do cidadão comum, permitindo responsabilizar a respectiva esfera municipal, como a Lei do Saneamento determina.

A análise das grandes metrópoles em núcleo e periferia possibilitará contrastar lugares de diferentes níveis de renda e de possibilidades de coordenação institucional que partilham de externalidades comuns associadas à falta dos serviços de esgoto. O estudo oferecerá um ranking detalhado da taxa de cobertura de esgoto nas escolas e domicílios das diferentes localidades brasileiras com base nos microdados inéditos dos últimos Censo Escolar e da PNAD. A pesquisa inova ao captar a nível das capitais e principais municípios a cobertura de saneamento básico, suas causas e conseqüências.

O Brasil cumprirá as Metas do Milênio da ONU?
O Brasil é signatário das metas do Milênio da ONU que comprometem o País com a queda no déficit de saneamento básico à metade no período 1990 a 2015. A mesma ONU anunciou 2008 como o Ano Internacional do Saneamento Básico. O Brasil está cumprindo a meta?

2008 foi mesmo o ano do Saneamento? O PAC anunciado em 2007 já impacta a oferta de esgoto no país? Aonde o saneamento empacou? O salto de saneamento dado no Rio Olímpico em 2007 se repete em 2008, ou voltamos a estagnação anterior? Quais são as surpresas das cidades-sedes da Copa de 2014? Quais foram os impactos recentes da falta de esgoto na mortalidade na infância e na gravidez? E as conseqüências para o presente e o futuro daqueles sem saneamento?

Essas e outras respostas você poderá encontrar com dados dados e análises inéditas sobre a evolução da cobertura de esgoto nas casas e nas escolas brasileiras e seus impactos na saúde e vida dos brasileiros. Confirme sua presença!

Data: 24/11/2009 (terça-feira)
Horário: 10:30h
Local: FGV – Avenida Paulista, 548 – 6º andar – São Paulo – SP
Estacionamento: Estacionamento Veneza – Avenida Paulista, 486 – subsolo
Informações e confirmação de presença : (11)3021-3143 com Jô Ribeiro e Monica Batista / E-mail: jo.ribeiro@tratabrasil.org.br / Instituto Trata Brasil

Cartilha mostra como a participação social pode melhorar a qualidade de vida

Novembro 16, 2009 por tratabrasil

Ministério do Meio Ambiente_Crianças ficam doente por causa de lixo e esgoto sem tratamento. É com essa história que a cartilha Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento apresenta como a participação da sociedade pode influenciar as ações socioambientais nos empreendimentos de Saneamento, na busca por uma melhor qualidade de vida.

A cartilha faz parte do Programa de Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento (PEAMSS), do Departamento de Educação Ambiental (DEA) do Ministério do Meio Ambiente. Em quarenta páginas, a publicação mostra, em forma de quadrinho, todas as etapas para solução do problema, como identificação, organização comunitária, contato com o governo.

O texto ainda mostra como é importante que esse tipo de ação seja cadastrada no Sistema Brasileiro de Informações em Educação Ambiental. A troca de experiência é fundamental para que o município consiga resolver os problemas locais até chegar na construção de um Plano Municipal de Saneamento. Mais informações visite o site http://www.mma.gov.br/ascom/ultimas/?id=5323

Comunidade Vila Dique em Transformação com a chegada dos Serviços de Saneamento Básico

Novembro 6, 2009 por tratabrasil

Antes mesmo que o Conjunto Habitacional Marcel Luis seja entregue em sua totalidade – 1476 casas em construção e 1 ano de atraso para a conclusão das obras – as primeiras famílias que deixaram a antiga Vila Dique para ocupar as novas moradias, já se deparam com diferenças: infraestrutura para abastecimento de água, de esgoto e de drenagem pluvial.  A infraestrutura do Conjunto Habitacional está 90% completa, restando equipar a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE). Entretanto, apenas 3,5% das casas foram concluídas e as obras que envolvem escola, posto de saúde e creche ainda não começaram. Também estão previstas obras de 103 unidades com fins comerciais e religiosos, praças e galpões para serviço de reciclagem – atividade da comunidade.

Os motivos dos atrasos, acompanhados de perto pelos moradores da comunidade, envolvem desde licitação das obras até a aprovações de medições e liberação de contrapartida de recursos que são de responsabilidade do governo municipal – Prefeitura Municipal de Porto Alegre. O início de transferência das primeiras 48 famílias começou no final do mês de Outubro com a inauguração do primeiro lote de casas e entrega das chaves aos moradores. A expectativa é que lotes de 60 casas sejam entregues mês a mês até a entrega total.

A segunda fase do levantamento do projeto Trata Brasil na Comunidade, que permitirá comparar a qualidade de vida da população de Vila Dique e medir os impactos sociais antes e depois do acesso dos moradores aos serviços de saneamento básico, com coleta e tratamento de esgoto, está prevista para início em 2011, com a total transferência das famílias ao Conjunto Habitacional.  Até lá, o Instituto Trata Brasil continuará acompanhando o avanço das obras e a transferência das famílias, desenvolvendo ações de conscientização e de mobilização da comunidade sobre os direitos e os deveres relacionados ao acesso aos serviços de saneamento básico. Vila Dique

 

Rio Grande do Norte promete investir R$ 1 bi em saneamento básico até 2010

Novembro 3, 2009 por tratabrasil

As obras de saneamento básico no Rio Grande do Norte vão ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão até 2010. Somadas, as obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário realizadas pelo Governo do Estado desde 2003 até o próximo ano totalizam R$ 1,06 bilhão. A maior parte delas está sendo executada pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), cujo volume investido chega a R$ 686,6 milhões, seguida da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), que dispõe de outros R$ 374 milhões. Com isso, o Estado irá dobrar a área saneada até o final do ano que vem.

“Este é o maior volume de recursos já aplicados em saneamento na história do Rio Grande do Norte. E isso só foi possível porque o Estado está equilibrado financeiramente e teve condições de contrair financiamentos e investir recursos próprios para realizar estas obras”, afirmou a governadora Wilma de Faria. Segundo ela, o apoio do governo federal, que incentivou obras por meio do PAC, foi fundamental para que o Estado tivesse condições de dobrar sua área saneada. Além dos recursos do Governo do Estado, as obras são realizadas com financiamentos dos programas Pró-Saneamento, Prodetur, Saneamento para Todos, além da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e Orçamento Geral da União, ambos do governo federal.

Segundo levantamento do Instituto Trata Brasil, o Estado do Rio Grande do Norte apresenta um dos piores índices de cobertura em coleta e tratamento de esgoto, a cidade turística Natal é um exemplo, apenas 32% da população é atendida com rede de esgoto, de acordo com o SNIS 2007 (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), do Ministério das Cidades, e apenas  17% do esgoto coletado recebe tratamento adequado.

A cidade ocupa a posição 50º no ranking Melhores e Piores do Saneamento no País, estudo elaborado pelo Trata Brasil, que avaliou a cobertura dos serviços de água e de esgoto das 79 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes, com base na série histórica de cinco anos do SNIS, de 2003 a 2007.

Municípios da Grande SP cobram saneamento e SABESP promete tratar 70% do esgoto até 2012

Outubro 29, 2009 por tratabrasil

Os prefeitos de Osasco, Jandira, Pirapora do Bom Jesus, Barueri, Itapevi, Carapicuíba e Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, cobraram da Sabesp a implantação dos serviços adequados de coleta e de tratamento de esgotos nos municípios, em reunião, ontem (28/10), com o presidente da Sabesp, Gesner Oliveira. A reunião aconteceu depois de muitas reclamações dos administradores que pedem uma ação mais firme da empresa para resolver os problemas enfrentados pelos moradores dessas cidades.

Os prefeitos exigiram da Sabesp planos de investimentos, cronograma e metas para garantir a implantação dos serviços de coleta e de tratamento dos esgotos. A empresa respondeu que irá acelerar os investimentos  e deverá tratar pelo menos 70% do esgoto da região metropolitana de São Paulo até 2012. Até 2018, o objetivo é que todo o esgoto dos municípios seja tratado.

Os prefeitos decidiram se reunir para enfrentar juntos os problemas da falta de saneamento nos municípios após a expedição do flutuador – projeto desenvolvido pela Rede Globo e pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) –  que mostrou a situação dos rios que cortam essas cidades. Puxado pelo explorador Dan Robson, o flutuador saiu de Biritiba Mirim e percorreu mais de 500 quilômetros no rio Tietê. Dan e o flutuador passaram por 30 municípios,  durante 32 dias de viagem, e encontraram muita poluição – até carcaças de carro – dentro do rio. O flutuador percorreu cerca de 500 km e terminou o percurso no dia 2 de outubro em Barra Bonita, a 267 km da capital paulista.

Quando passou por Osasco, no dia 14 de setembro, o guardião, Dan Robson, teve até que usar máscara por causa do cheiro ruim. O nível de oxigênio no Tietê era de apenas 0,03. Osasco tem 700 mil habitantes e coleta 61% do esgoto, mas só trata 8% da sujeira. Barueri tem 253 mil habitantes e é o terceiro município mais rico do estado. A cidade coleta 54% do esgoto, mas não trata nada. É justo ali que fica a maior estação de tratamento da Sabesp, na região metropolitana. Quando o flutuador passou por Barueri, registrou apenas 0,01 de oxigênio na água, índice considerado péssimo.

O flutuador e o guardião seguiram pelo Tietê e atravessaram Santana de Parnaíba, no meio de muito lixo e espuma. A medição registrou só 0,01 de oxigênio. Com quase 100 mil moradores, Santana de Parnaíba coleta 26% do esgoto que produz e, também, não trata nenhuma gota. Joga toda a sujeira no rio. Em Carapicuíba, o flutuador mediu um nível de oxigênio péssimo: 0,03. A cidade, de 400 mil habitantes, coleta 56% do esgoto e trata só 5%.

O Trata Brasil alerta que somente com a conscientização da população sobre os impactos sociais e ambientais provocados pelo esgoto das cidades. que não é coletado nem tratado adequadamente, é que a meta apresentada aos prefeitos poderá ser alcançada. Para se conscientizar desses impactos acesse as pesquisas Trata Brasil contratadas com a FGV pelo site www.tratabrasil.org.br

Especialistas afirmam que déficit de saneamento no Brasil é “vergonhoso”

Outubro 20, 2009 por tratabrasil

Brasília, 20 out (EFE).- Segundo especialistas, 50% dos cerca de 200 milhões de habitantes no Brasil não têm redes de coleta de esgoto, de acordo com as opiniões expressadas hoje em um seminário sobre saneamento básico realizado em Brasília.

O presidente do Instituto Trata Brasil – especializado em saneamento básico -, Raul Pinho, disse que só um terço do esgoto gerado no país é tratado de forma adequada, o que qualificou de “vergonha” que situa o Brasil entre as nações “mais deficientes do mundo” nesse setor de infraestrutura.

O especialista admitiu que, durante os últimos três anos, o Governo destinou cerca de US$ 5,7 bilhões para obras de saneamento, mas disse que diferentes estudos do setor privado indicam que é necessário investir cerca de US$ 254 bilhões para garantir redes de esgoto a toda a população. “É uma agenda que supera este Governo, porque o que faltam são políticas de longo prazo”, compatíveis com o crescimento da população e das próprias cidades, afirmou.

Especialistas que participaram do seminário atribuíram a essas carências a persistência de doenças como a diarréia, que, segundo dados oficiais, todos os anos mata cerca de 2,5 mil crianças com menos de 5 anos no país. EFE

Moradores protestam em SP por água e saneamento

Outubro 19, 2009 por tratabrasil

Moradores de duas regiões da zona sul de São Paulo fizeram manifestação na manhã de hoje para protestar contra a falta de água e reivindicar saneamento básico, informou a Polícia Militar (PM). Cerca de 50 pessoas bloquearam um trecho da estrada do M”Boi Mirim, jogando entulhos e ateando fogo em pneus para reclamar da falta de água. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi ao local.

O outro protesto, feito por moradores da região de Santo Amaro, reivindicava saneamento básico para as localidades no entorno da estrada do Bom Retiro. Cerca de 50 pessoas também colocaram entulho da via. De acordo com a PM, as manifestações ocorreram pacificamente. Ninguém foi preso, segundo a Agência Estado, que divulgou a notícia.