Exemplos positivos de gestão em saneamento básico

5 de fevereiro de 2016 Deixe um comentário

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A situação do saneamento básico no Brasil é preocupante, a carência dessa infraestrutura afeta vários setores da sociedade, desde saúde, economia e  principalmente o meio ambiente. Mesmo diante desse quadro, devemos também destacar os municípios que são exemplos positivos de gestão em saneamento e investimento de recursos para que, assim, prefeituras sigam em busca de qualidade de vida para a população.

Para o Instituto Trata Brasil, devemos priorizar os serviços desse setor para que possamos ter mais cidades como essas que, além de planejar, criaram soluções para avançar no processo de saneamento no País.

Temos exemplos de cidades de aderiram a um planejamento para desenvolvimento de saneamento e assim melhoraram no abastecimento de água, na coleta e tratamento dos esgotos. Entre elas estão: Curitiba, Uberlândia, Campinas, Londrina e Santos e muitas outras que você pode conferir no site do Trata Brasil, clique aqui.

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Um Bem chamado Água

3 de fevereiro de 2016 Deixe um comentário

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A água é o principal elemento que está presente em nosso cotidiano, nas escolas, nas empresas e principalmente dentro de casa. Devido a necessidade básica do ser humano, é de extrema importância que esse recurso seja de qualidade, até mesmo para realizarmos atividades domésticas básicas, como cozimento de alimentos, banho e afins.

De acordo com dados do Governo Federal, o país Brasil ainda possui 25 milhões de pessoas sem acesso à água tratada, e mais de 100 milhões sem coleta e tratamento de esgoto, além de 6,5 milhões sem um banheiro adequado, o que pode contribuir para o aumento de internações por doenças causadas pelo contato com uma água contaminada que conseqüentemente causa impacto nos indicadores de saúde e educação.

Vale ressaltar que, com as fontes se tornando cada vez mais escassas, é importante repensar o modo de consumir a água e como reutilizá-la melhor,  conscientizar as pessoas para a necessidade de preservar a água a partir da mudança de hábitos, assim como informar sobre os impactos da falta dos serviços de coleta e tratamento de esgoto na vida das pessoas.

Ainda para o ITB, para um resultado otimista é necessário que prefeitos e governadores priorizem o saneamento, disponibilize o acesso aos recursos financeiros e principalmente que cumpram os prazos.

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Ligações ociosas de esgoto travam a universalização do saneamento no Brasil

1 de fevereiro de 2016 2 comentários

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O estudo publicado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a Reinfra Consultoria, e apoio institucional da Comissão de Saneamento da OAB, “Ociosidade das Redes de Esgoto”, apontava que mais de 3 milhões de brasileiros tinham disponíveis as redes de esgotos para se interligarem, mas não faziam. Além da falta de vontade política em resolver o problema no país, a ociosidade das redes de esgoto também soma-se aos tradicionais empecilhos e travam a universalização do saneamento no Brasil.

Diante a este problema enfrentado pelas companhias de saneamento básico, a Sabesp (Empresa de Água e Esgoto do Estado de São Paulo) deu o primeiro passo para avançar neste assunto. A partir desta segunda-feira, 1 de fevereiro, entra em vigor medida que pretende negar novas ligações de água em lugares que não estejam conectados com a rede coletora de esgoto em São Paulo. O foco principal dessa ação é conscientizar e estancar o esgoto que é lançado irregularmente no ambiente.

De acordo com o estudo realizado pelo Instituto Trata Brasil, entre os principais motivos para que o brasileiro não regularize seu esgoto estão o desconhecimento sobre a situação do próprio imóvel e os custos da obra para fazer a conexão regular de esgoto que exige em despesas básicas para que a obra seja concluída. “Há uma indiferença de muitas pessoas quanto à necessidade de conectar suas casas na rede de esgoto. O problema é que quando a rede de esgoto está disponível e a pessoa não se conecta, ela está causando um dano coletivo”, explica Édison Carlos, presidente executivo do ITB.

Muitos desses lugares possuem legislação que torna obrigatória a conexão a rede de coleta de esgoto, mas em vários não há fiscalização ou aplicação das punições. Ainda para o ITB, as empresas de saneamento básico em todo o país precisam investir em campanhas de informação e de educação ambiental nas escolas, cobranças de tarifas quando há serviço na rua – mesmo se não houver ligação – e incentivo econômico à população de baixa renda para realizar as ligações seria um grande passo para a ampliação desses serviços.

Veja o estudo do ITB sobre a “Ociosidade das Redes de Esgoto” aqui: http://www.tratabrasil.org.br/datafiles/estudos/ociosidade/release.pdf

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Saneamento, a alma do negócio

29 de janeiro de 2016 Deixe um comentário

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Ilustração: Helder Santos/Época Negócios

Sabemos que saneamento básico é um direito do cidadão e faz parte do desenvolvimento humano, tanto nos aspectos econômicos e sociais, quanto no que se refere à saúde. Apesar da importância do setor e de sua influência para diversos componentes da qualidade de vida e do desenvolvimento, os investimentos na área são insuficientes, considerando que a regularização de serviços de tratamento de água e esgotamento sanitário é um grande passo para alcançarmos reflexos imediatos na situação do País.

De acordo com Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil, a questão do saneamento básico no País foi e ainda é maltratada com a falta de auxílio do poder público. “O saneamento tem que ser prioridade dos prefeitos e dos governadores. Ao mesmo tempo, precisamos mostrar ao cidadão a sua importância, de forma a que ele também se mobilize por soluções, sobretudo, na defasagem e fragilidade desses serviços”.

 Dentre as vantagens econômicas ligadas ao saneamento básico, estão: novos investimentos em áreas que afetadas e que podem ser tratadas, mais oportunidades no mercado de trabalho e diminuição de colaboradores faltando ao emprego por doenças adquiridas nessas áreas irregulares.

Além disso, estima-se que a universalização do saneamento, permite o turismo aumentar o PIB em R$ 12 bilhões, pois em áreas sem saneamento, os imóveis valem menos e atraem menos turistas.

Ainda para Édison Carlos, o Brasil só tende a ganhar com investimentos adequados nesse setor, ainda mais com a chegada das Olimpíadas neste ano de 2016.

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A favela nunca foi reduto do saneamento básico

26 de janeiro de 2016 Deixe um comentário

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Favelas, ou áreas irregulares predominam em localidades mais pobres, desassistidas de condições mínimas de esgotamento sanitário e com uma população permanentemente exposta a enfermidades, como as diarreias.

Sabemos que implantar saneamento em áreas irregulares é uma das diversas dificuldades que enfrentamos no Brasil. Para se ter uma ideia do tamanho do problema que temos no Brasil, não só em áreas irregulares, 35 milhões de pessoas não contam com água tratada em casa e quase 100 milhões estão exclusas do serviço de coleta de esgotos, como aponta o Ranking de Saneamento publicado em 2015 pelo Instituto Trata Brasil.

Ainda para o ITB, tratamento de água e coleta de esgoto são serviços fundamentais e por isso mesmo são pontos de partida para a facilidade no acesso de serviços básicos que contribuem com a qualidade de vida, reforçando o papel de um país melhor e menos desigual, lutando para que todos tenham acesso ao que há de mais básico.

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A fragilidade em relação a perdas de água no Brasil

22 de janeiro de 2016 Deixe um comentário
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Foto: iStock

A crise hídrica marca algumas regiões do país desde 2014 e muitas cidades vêm sentindo o peso de ainda conviver com ela.  Os indicadores de perdas de água no sistema de distribuição ainda são ruins, de acordo com o estudo “Perdas de Água: Desafios ao Avanço do Saneamento Básico e à Escassez Hídrica”, do Instituto Trata Brasil, revela que 37% da água distribuída no país é perdida, e só no Estado de São Paulo o número gira em torno de 34%.

As perdas sempre foram um dos pontos frágeis dos sistemas de saneamento e das empresas que operam esses serviços, independentemente de serem públicas ou privadas. Os dados de perdas no país mostram a fragilidade da gestão de grande parte do setor.

De acordo com Édison do Carlos, presidente executivo ITB, essa perda traz vários impactos negativos, seja à sociedade, ao meio ambiente, à receita das empresas e mesmo aos investimentos necessários aos avanços do saneamento. “Reduzir as perdas de água é interessante tanto para a economia quanto para a melhoria do saneamento, avaliar e trabalhar planos para diminuir a escassez do recurso no Brasil é uma chave crucial para o desenvolvimento”.

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Objetivos do Milênio – Saneamento: uma garantia de qualidade de vida

20 de janeiro de 2016 Deixe um comentário

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Nesta quarta-feira (20 de janeiro), no site do Instituto Trata Brasil, entrou no ar a página exclusiva sobre o Objetivo 6 das Metas do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU), que lançou em 2015 os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma agenda de sustentabilidade proposta para os países-membros da ONU para ser cumprida até 2030.

O Brasil aderiu alguma das metas propostas como o próprio Objetivo 06, que assegura o acesso ao saneamento e higiene adequados e equitativos para todos, além de prever maior reciclagem e reutilização da água. Uma das metas requer que países mais ricos ofereçam apoio aos países em desenvolvimento em recursos tecnológicos e em atividades como dessalinização e tratamento de água. O Objetivo 06 ainda ressalta a importância do envolvimento de comunidades locais na melhoria da gestão de água e saneamento.

Para o ITB, embora seja lento os avanços do saneamento no Brasil, o comprimento do Objetivo é a única maneira de garantir os interesses do país e fazer com que os objetivos sejam alcançados.

Para conferir a página, acesse aqui.

 

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