Dica para reutilizar água

28 de janeiro de 2015 Deixe um comentário

post

Calor e crise hídrica são duas coisas que não combinam. Com a temperatura elevada o dia todo, as pessoas buscam diversas formas de se refrescar no verão. O problema é que com a falta de água, o mais importante é economizar e buscar alternativas para a reutilização da mesma. Uma boa maneira de unir o útil ao agradável é a reutilização da água do ar condicionado que passa horas ligado, pingando gotas que se somar podem chegar a litros d’água no final do dia. O jeito é muito simples, basta colocar baldes nas instalações, ou então recolher por meio de um sistema de drenagem projetado especialmente para a captação da água.

CategoriasSaneamento

Preocupação do século XXI: Crise hídrica e emissão de gases-estufa

8 de dezembro de 2014 Deixe um comentário

agua3

Os brasileiros enfrentam a falta d’água e o racionamento já há alguns meses. As discussões em torno deste problema são abrangentes, fala-se da mudança climática, da falta de planejamento político e do consumo não consciente. O governo brasileiro não é o único preocupado com a escassez, outros países passam pelo mesmo problema.

A ONU (Organização das Nações Unidas) estima que um bilhão de pessoas não tenha água para beber em 2025. A água potável é mal distribuída no planeta e, com a crise hídrica, automaticamente outras desigualdades crescerão. As doenças, por exemplo, ocasionadas pelo consumo de água não potável e o saneamento básico precário irão se proliferar. Ainda de acordo com a ONU, cerca de 2,5 bilhões de pessoas não terão acesso a saneamento básico.

Segundo o relatório da WWF Internacional “Países ricos, pobres em água”, a combinação de mudanças climáticas e infraestruturas inadequadas para a água e a má gestão de recursos hídricos estão agravando a crise e países como Austrália, Espanha, Estados Unidos, Japão e partes do Reino Unido estão afetados.

A previsão para o Brasil é de que, em 2025, um terço da população não tenha água. Em São Paulo, o nível dos reservatórios já está em estado alarmante e daqui 11 anos o déficit deve ser cinco vezes maior do que atualmente. O estado da Califórnia, o mais populoso dos EUA, também vive a maior crise hídrica de sua história, entretanto, o estado americano tomou providências para reverter o problema com inúmeras campanhas publicitárias e incentivos à economia de água, além dos estudos de empresas focadas em soluções de gestão e tratamento de água.

A ONU preocupada com as mudanças climáticas e escassez hídrica realizaram uma conferência sobre o clima, em Lima no Peru. O evento buscou consensos para que se assine em Paris, no ano que vem, um novo acordo global sobre o clima que substitua ou melhore o atual Protocolo de Quioto, que tem como meta a redução na emissão de gases-estufa na atmosfera, assinado em 1997. É imprescindível que as nações unam suas forças para que o meio ambiente seja preservado e que se diminua a velocidade das mudanças climáticas, pois o clima extremo com frentes de calor e temperaturas abaixo do esperado já prejudica as plantações e as rendas.

Os países terão metas a cumprir para frear o aquecimento global, cada um utilizará dos recursos que dispõem para conseguir zerar os lançamentos até 2100. Segundo o relatório da ONU, a temperatura média da superfície da Terra e dos Oceanos subiu 0,85ºC de 1880 a 2012. Caso não houver a redução, de acordo com o IPCC (Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas) fenômenos como secas, enchentes, degelo dos pólos e aumento do nível dos mares acontecerão mais vezes.

O governo federal brasileiro apresentou, em 2009, metas para diminuir entre 36,1% e 38,9% as emissões nacionais até 2020. O país reduziu 41,1% suas emissões de gases-estufa em 2012 em comparação com 2005, segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia. Esse avanço deu-se através da queda do desflorestamento da Amazônia Legal, entretanto, houve um aumento de 35,9% de emissões da área de energia, ocasionados pelo desenvolvimento do país. Apesar das mudanças, o Brasil não está livre dos impactos, o exemplo pode ser citado com a pior estiagem em 80 anos que sofre o sudeste do país.

Embora seja lenta, a negociação entre a ONU e as nações é a única maneira de garantir os interesses de cada país e fazer com que os objetivos sejam alcançados, mesmo que não rapidamente.

No Dia Mundial dos Banheiros, o Instituto Trata Brasil apresenta projeto que levou banheiros para crianças do semiárido brasileiro

19 de novembro de 2014 Deixe um comentário

Que o Brasil ainda apresenta uma situação precária em relação ao saneamento básico todos já sabem, mas talvez poucos brasileiros tenham se dado conta de que o assunto é muito mais grave. Só no semiárido brasileiro mais de 450 mil crianças não têm acesso sequer à água ou a um simples banheiro em suas escolas. Se toda criança tem direito à plena saúde e educação, como imaginar que estamos tão distantes de dar o mínimo a elas?

Foi pensando nesse drama do semiárido que o Vim (marca da Unilever) e a UNICEF se uniram para lançar a campanha social “Vim para UNICEF”. O objetivo é justamente ajudar a levar água potável e saneamento básico para as escolas de educação básica, melhorando assim a qualidade de vida de milhares de crianças e adolescentes.

O Instituto Trata Brasil foi convidado pela Unilever para mudar a realidade de algumas pessoas. O Instituto coordenou as reformas nas escolas e a construção dos banheiros, mas, acima de tudo, conscientizou pais e alunos da importância de usar com cuidado as novas instalações, aproveitando ao máximo a água e se prevenindo das doenças relacionadas com o contato com o esgoto e com a falta de água tratada.

O Trata Brasil reformou banheiros, cozinha e levou água potável para três escolas e mais de 250 crianças no semiárido. O melhor da ação é que algumas autoridades locais decidiram melhorar outras escolas, o que pode ampliar muito a ação.

A falta de saneamento tem impacto direto nos indicadores de saúde e educação. Só no ano de 2012 foram aproximadamente 30 mil internações por diarreia em crianças de até 14 anos de idade, segundo estudo realizado pelo Trata Brasil. Estudantes sem acesso a estes serviços, ao adoecerem, acabam tendo um atraso maior no aprendizado escolar do que aqueles que têm acesso ao saneamento.

Convidamos todos a aderirem à campanha #JuntosPeloSaneamento! que está rodando nas redes sociais com artistas brasileiros vestindo a camisa.

O Trata Brasil reforça assim seu papel de contribuir com um país melhor e menos desigual, lutando para que todos tenham acesso ao que há de mais básico – saneamento básico.

Promoção #JuntosPeloSaneamento

14 de outubro de 2014 Deixe um comentário

#Juntospelosaneamento

Quer fazer igual aos famosos e vestir a camisa na luta pelo saneamento? Para isso, basta participar da promoção do Instituto Trata Brasil que sorteará uma camiseta promocional da campanha “Vim para Unicef”.

Essa iniciativa é para lembrar que infelizmente a situação de nosso país ainda é vergonhosa, são 7 milhões de habitantes que ainda não têm acesso a banheiro.

Participe: https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/394417

Instituto Trata Brasil participa de debate sobre saneamento em Santa Catarina

25 de setembro de 2014 Deixe um comentário

No dia 03 de outubro, o Instituto Trata Brasil participará do seminário sobre infraestrutura de saneamento em Santa Catarina promovido pela Federação das Indústrias (Fiesc). O evento acontece na sede da Fiesc, em Florianópolis. O encontro é uma iniciativa do Plano Sustentabilidade para a Competitividade da Indústria Catarinense.

No período da manhã: Serão ministradas palestras da Agência de Cooperação Técnica da Alemanha (GIZ), Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e do Instituto Senai de Tecnologia Ambiental. As instituições irão contemplar temas como gestão de água e avaliação da energia elétrica utilizada nas unidades consumidoras dos sistemas de saneamento.

No período da tarde: Serão ministrados debates com o Instituto Trata Brasil, Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos, Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico (AEGESAN) e CNI. O tema será sobre a infraestrutura atual e as perspectivas na área de saneamento no estado e no País e o impacto para a indústria no cenário atual da água e do saneamento.

Édison Carlos, representante e presidente executivo do Trata Brasil, abordará o recente estudo realizado pelo Instituto, em parceria com o CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), chamado “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento Brasileiro” do estado de Santa Catarina. O estudo mostra a atual realidade do serviço básico do estado e traz uma perspectiva dos benefícios nos setores da saúde, educação, valorização imobiliária e na produtividade (trabalho e renda), caso o saneamento fosse universalizado.

Inscreva-se: As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone 0800 48 1212 ou pelo e-mail faleconosco@sistemafiesc.com.br

Saneamento Básico: responsabilidade de quem?

18 de setembro de 2014 Deixe um comentário

 

Saneamento básico é o conjunto de medidas para melhorar a vida e a saúde dos habitantes. Segundo informações do Ministério das Cidades, com números de 2012, 82,7% dos brasileiros são atendidos com abastecimento de água tratada, 48,3% da população têm acesso à coleta de esgoto e apenas 38,7% do esgoto do país é tratado. Esses números demonstram que grande parte dos esgotos vai diretamente para os rios e para o mar.

Todos precisam se envolver para que a cidade tenha saneamento básico, principalmente os Prefeitos. Segundo a Lei do Saneamento, todas as cidades devem ter um plano municipal sobre os serviços de água, esgotos, lixo e drenagem das águas de chuva construído com a participação da população. Quando a Prefeitura da sua cidade elabora este plano e o Governo Federal aprova, o seu município pode receber verbas para obras de saneamento.

 

Pnud 2012

 

Falta de saneamento: O que fazer?

Além das doenças, a falta de saneamento causa outros prejuízos às famílias, como a falta do adulto ao trabalho, as crianças perdem dias de aulas, ficam privadas do convívio e das brincadeiras com outras crianças. Como buscar soluções?

  1. Formar um grupo de voluntários do saneamento local e convidar os moradores e a prefeitura para ajudar;
  2. Organizar reuniões de estudo nos espaços da comunidade para melhorar o saneamento básico;
  3. Descrever os problemas causados pela falta de coleta e tratamento de esgoto;
  4. Capacitar os jovens da comunidade para fazer pesquisas sobre as necessidades de saneamento na comunidade;
  5. Apresentar os resultados da pesquisa à comunidade e definir as ações com a colaboração da prefeitura;
  6. Acompanhar as ações e comunicar as informações para a comunidade.

 

Instituto Trata Brasil realiza seminário em Rondônia

12 de setembro de 2014 Deixe um comentário

O Instituto Trata Brasil realizou nesta quinta-feira, 11, o seminário sobre saneamento básico para universitários e autoridades no auditório do Tribunal de Contas (TCE), em Porto Velho (RO).

Com a parceria da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o evento faz parte do estudo “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento no Estado de Rondônia” que apresenta as consequências da falta do serviço para a população e, principalmente, os potenciais ganhos com a economia do estado se houvesse a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033.

No seminário, Édison Carlos, presidente executivo do Trata Brasil, apresentou os principais índices do estado rondoniense, onde a capital Porto Velho, hoje, ocupa a última posição do Ranking do Saneamento, com menos de 3% da população com rede de coleta de esgoto. E explicou que a proposta é informar melhor o cidadão do estado sobre a situação de carência do saneamento em toda a Região Norte. “Os ganhos podem superar o custo necessário para universalizar o saneamento. Vale muito mais a pena fazer essa infraestrutura do que ficar pagando posto e hospital para tratar diarreia e doenças da água poluída”, declarou o presidente.

Saiba mais sobre o estudo completo: http://www.tratabrasil.org.br/os-beneficios-do-saneamento-em-rondonia

WP_20140911_009

Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil

CategoriasSaneamento
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d blogueiros gostam disto: