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A crise hídrica marca algumas regiões do país desde 2014 e muitas cidades vêm sentindo o peso de ainda conviver com ela.  Os indicadores de perdas de água no sistema de distribuição ainda são ruins, de acordo com o estudo “Perdas de Água: Desafios ao Avanço do Saneamento Básico e à Escassez Hídrica”, do Instituto Trata Brasil, revela que 37% da água distribuída no país é perdida, e só no Estado de São Paulo o número gira em torno de 34%.

As perdas sempre foram um dos pontos frágeis dos sistemas de saneamento e das empresas que operam esses serviços, independentemente de serem públicas ou privadas. Os dados de perdas no país mostram a fragilidade da gestão de grande parte do setor.

De acordo com Édison do Carlos, presidente executivo ITB, essa perda traz vários impactos negativos, seja à sociedade, ao meio ambiente, à receita das empresas e mesmo aos investimentos necessários aos avanços do saneamento. “Reduzir as perdas de água é interessante tanto para a economia quanto para a melhoria do saneamento, avaliar e trabalhar planos para diminuir a escassez do recurso no Brasil é uma chave crucial para o desenvolvimento”.

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