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O Trata Brasil divulgou novo estudo sobre os benefícios econômicos e sociais da universalização do saneamento no Brasil e reforça os efeitos da distribuição de água e de coleta e tratamento de esgoto sobre a renda, a saúde, e os mercados no Brasil do futuro. De acordo com a pesquisa, a parcela da população brasileira com acesso aos serviços de distribuição de água tratada passou de 81,7% em 2005 para 83,3% em 2015. Isso significou que, nesses dez anos, 26,4 milhões de brasileiros conquistaram o acesso a esse serviço fundamental e humanitário. Já a parcela da população com acesso aos serviços de coleta de esgoto passou de 39,5% para 50,3% entre 2005 e 2015.  Foram 35,2 milhões de pessoas incorporadas ao sistema de coleta, um aumento de 48,6% no número de brasileiros atendidos.

O estudo tem por referência o relatório do Instituto Trata Brasil sobre os benefícios econômicos do saneamento no Brasil, publicado em março de 2014. Além de atualizar as informações estatísticas daquele documento, o presente estudo aprofunda as questões do impacto da falta de saneamento na economia, aprimorando as técnicas estatísticas e abordando novos temas como a geração de emprego e renda associada aos investimentos e à operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto.

As informações são do Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades, e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2005 a 2015, do IBGE. Também são empregadas outras pesquisas do IBGE, como a Pesquisa Nacional de Saúde, a Pesquisa Anual da Indústria da Construção, a Pesquisa Anual dos Serviços e as Contas Nacionais Consolidadas. As informações de saúde – número e custos das internações por doenças gastrointestinais infecciosas – vêm do DATASUS. Os dados internacionais vêm do UNICEF, da Organização Mundial de Saúde e do Banco Mundial.

Para conferir na íntegra, clique aqui.

 

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